
Após greve dos caminhoneiros, motoristas enfrentam lista de espera para fazer conversão para GNV
Gás Natural Veicular (GNV) era o único combustível que não teve fornecimento interrompido durante a paralisação; oficinas para conversão têm agenda fechada para pelo menos um mês
Desde a greve nacional dos caminhoneiros, quando motoristas enfrentaram filas quilométricas para encontrar gasolina e álcool em todo o país, proprietários de veículos de Curitiba estão “correndo” às oficinas que adaptam os tanques ao Gás Natural Veicular (GNV). O gás era o único combustível que não teve fornecimento interrompido durante a paralisação, e perceber essa e outras vantagens está chegando a causar filas de espera de até um mês para fazer a conversão do combustível.
O motivo de o GNV não ter acabado durante a greve é que o combustível chega aos postos por meio de gasoduto - uma tubulação su